sábado, 15 de maio de 2010
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Já acordaram sem acordar?
Já sentiram que não eram vocês a respirar.
Que faziam o que faziam por fazer... por sobreviver.
Que na vossa mente quem vive, não eram vocês, mas sim alguém diferente...
Já sentiram que a qualquer momento parecia que iam desaparecer?
Um dia distante, um dia diferente, não tendo os pés assentes no chão. Vivendo na nossa mente.
Só para chegar a casa, exausto do vazio, exausto do nada e querer dormir.
Já se queixaram de tudo na vossa vida... mesmo sabendo que são perfeitamente abençoados?
Já sentiram que não eram vocês a respirar.
Que faziam o que faziam por fazer... por sobreviver.
Que na vossa mente quem vive, não eram vocês, mas sim alguém diferente...
Já sentiram que a qualquer momento parecia que iam desaparecer?
Um dia distante, um dia diferente, não tendo os pés assentes no chão. Vivendo na nossa mente.
Só para chegar a casa, exausto do vazio, exausto do nada e querer dormir.
Já se queixaram de tudo na vossa vida... mesmo sabendo que são perfeitamente abençoados?
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Sim, Já me fez chorar ...
I gave up coffee and cigarettes
I hate to say it hasn’t helped me yet
I thought my problems would just dissipate
And all my pain would be in yesterday
I poured my booze all down the kitchen drain
And watched my bad habits get flushed away
I thought that that would keep my head on straight
And all my pain would be in yesterday
But it’s true
I’m still blue
But I finally know what to do
I must quit, I must quit, you
I thought that if I didn’t go and play
The sadness would get bored and go away
I thought that if I didn’t go astray
That all my pain would be in yesterday
But it’s true
I’m still blue
But I finally know what to do
I must quit, I must quit, you
I sold my guitar and my piano
I thought that it was these that kept me low
I thought if only I could try and change
That all my pain would be in yesterday
But it’s true
I’m still blue
But I finally know what to do
I must quit, I must quit, you
I must quit, I must quit, you
Coffe & Cigarretes- Michelle Feartherstone
I hate to say it hasn’t helped me yet
I thought my problems would just dissipate
And all my pain would be in yesterday
I poured my booze all down the kitchen drain
And watched my bad habits get flushed away
I thought that that would keep my head on straight
And all my pain would be in yesterday
But it’s true
I’m still blue
But I finally know what to do
I must quit, I must quit, you
I thought that if I didn’t go and play
The sadness would get bored and go away
I thought that if I didn’t go astray
That all my pain would be in yesterday
But it’s true
I’m still blue
But I finally know what to do
I must quit, I must quit, you
I sold my guitar and my piano
I thought that it was these that kept me low
I thought if only I could try and change
That all my pain would be in yesterday
But it’s true
I’m still blue
But I finally know what to do
I must quit, I must quit, you
I must quit, I must quit, you
Coffe & Cigarretes- Michelle Feartherstone
sexta-feira, 7 de maio de 2010
terça-feira, 4 de maio de 2010
uma boa resposta para todos aqueles que têm o pezinho pesado :)
Dois GNR na berma da estrada vêem passar um tipo a mais de 160.
Diz um para o outro:
- "Aquele não é o gajo a quem apreendemos a carta a semana passada por
excesso de velocidade?"
excesso de velocidade?"
- "Era pois." - Respondeu o segundo. "Vamos caçá-lo!"
Uns Kms mais adiante já com o tipo parado, um dos GNR chega-se ao pé dele e pergunta-lhe:
- "A sua Carta de Condução?...."
- "Maaaaaaaauuu!" - Responde o mânfio. - "Não me digam que a perderam ??!!!"
- "Maaaaaaaauuu!" - Responde o mânfio. - "Não me digam que a perderam ??!!!"
terça-feira, 20 de abril de 2010
A Nova Lingua Portuguesa ...
Desde que os americanos se lembraram de começar a chamar aos negros, 'afro-americanos', com vista a acabar com as raças por via gramatical, isto tem sido um fartote pegado!
As criadas dos anos 70 passaram a 'empregadas domésticas' e preparam-se agora para receber a menção de 'auxiliares de apoio doméstico' .
De igual modo, extinguiram-se nas escolas os 'contínuos' que passaram todos a 'auxiliares da acção educativa'.
Os vendedores de medicamentos, com alguma prosápia, tratam-se por 'delegados de informação médica'.
E pelo mesmo processo transmudaram-se os caixeiros-viajantes em 'técnicos de vendas '.
O aborto eufemizou-se em 'interrupção voluntária da gravidez';
Os gangs étnicos são 'grupos de jovens'
Os operários fizeram-se de repente 'colaboradores';
As fábricas, essas, vistas de dentro são 'unidades produtivas'e vistas da estranja são 'centros de decisão nacionais'.
O analfabetismo desapareceu da crosta portuguesa, cedendo o passo à 'iliteracia' galopante.
Desapareceram dos comboios as 1.ª e 2.ª classes, para não ferir a susceptibilidade social das massas hierarquizadas, mas por imperscrutáveis necessidades de tesouraria continuam a cobrar-se preços distintos nas classes 'Conforto' e 'Turística'.
A Ágata, rainha do pimba, cantava chorosa: «Sou mãe solteira...» ; agora, se quiser acompanhar os novos tempos, deve alterar a letra da pungente melodia: «Tenho uma família monoparental...» - eis o novo verso da cançoneta, se quiser fazer jus à modernidade impante.
Aquietadas pela televisão, já se não vêem por aí aos pinotes crianças irrequietas e «terroristas»; diz-se modernamente que têm um 'comportamento disfuncional hiperactivo'
Do mesmo modo, e para felicidade dos 'encarregados de educação' , os brilhantes programas escolares extinguiram os alunos cábulas; tais estudantes serão, quando muito, 'crianças de desenvolvimento instável'.
Ainda há cegos, infelizmente. Mas como a palavra fosse considerada desagradável e até aviltante, quem não vê é considerado 'invisual'. (O termo é gramaticalmente impróprio, como impróprio seria chamar inauditivos aos surdos - mas o 'politicamente correcto' marimba-se para as regras gramaticais...)
As putas passaram a ser 'senhoras de alterne'.
Para compor o ramalhete e se darem ares, as gentes cultas da praça desbocam-se em 'implementações', 'posturas pró-activas', 'políticas fracturantes' e outros barbarismos da linguagem.
E assim linguajamos o Português, vagueando perdidos entre a «correcção política» e o novo-riquismo linguístico.
Estamos lixados com este 'novo português'; não admira que o pessoal tenha cada vez mais esgotamentos e stress. Já não se diz o que se pensa, tem de se pensar o que se diz de forma 'politicamente correcta'.
E falta ainda esclarecer que os tradicionais "anões" estão em vias de passar a "cidadãos verticalmente desfavorecidos"...
Os idiotas e imbecis passam a designar-se por "indivíduos com atitude não vinculativa"
Os negros passaram a ser pessoas de cor.
O mongolismo passou a designar-se síndroma do cromossoma 21.
Os gordos e os magros passaram a ser pessoas com disfunção alimentar.
Os mentirosos passam a ser "pessoas com muita imaginação"
Os que fazem desfalques nas empresas e são descobertos são "pessoas com grande visão empresarial mas que estão rodeados de invejosos"
Para autarcas e políticos, afirmar que "eu tenho impunidade judicial", foi substituído por "estar de consciência tranquila".
O conceito de corrupção organizada foi substituído pela palavra "sistema".
Difícil, dramático, desastroso, congestionado, problemático, etc., passou a ser sinónimo de complicado.
As criadas dos anos 70 passaram a 'empregadas domésticas' e preparam-se agora para receber a menção de 'auxiliares de apoio doméstico' .
De igual modo, extinguiram-se nas escolas os 'contínuos' que passaram todos a 'auxiliares da acção educativa'.
Os vendedores de medicamentos, com alguma prosápia, tratam-se por 'delegados de informação médica'.
E pelo mesmo processo transmudaram-se os caixeiros-viajantes em 'técnicos de vendas '.
O aborto eufemizou-se em 'interrupção voluntária da gravidez';
Os gangs étnicos são 'grupos de jovens'
Os operários fizeram-se de repente 'colaboradores';
As fábricas, essas, vistas de dentro são 'unidades produtivas'e vistas da estranja são 'centros de decisão nacionais'.
O analfabetismo desapareceu da crosta portuguesa, cedendo o passo à 'iliteracia' galopante.
Desapareceram dos comboios as 1.ª e 2.ª classes, para não ferir a susceptibilidade social das massas hierarquizadas, mas por imperscrutáveis necessidades de tesouraria continuam a cobrar-se preços distintos nas classes 'Conforto' e 'Turística'.
A Ágata, rainha do pimba, cantava chorosa: «Sou mãe solteira...» ; agora, se quiser acompanhar os novos tempos, deve alterar a letra da pungente melodia: «Tenho uma família monoparental...» - eis o novo verso da cançoneta, se quiser fazer jus à modernidade impante.
Aquietadas pela televisão, já se não vêem por aí aos pinotes crianças irrequietas e «terroristas»; diz-se modernamente que têm um 'comportamento disfuncional hiperactivo'
Do mesmo modo, e para felicidade dos 'encarregados de educação' , os brilhantes programas escolares extinguiram os alunos cábulas; tais estudantes serão, quando muito, 'crianças de desenvolvimento instável'.
Ainda há cegos, infelizmente. Mas como a palavra fosse considerada desagradável e até aviltante, quem não vê é considerado 'invisual'. (O termo é gramaticalmente impróprio, como impróprio seria chamar inauditivos aos surdos - mas o 'politicamente correcto' marimba-se para as regras gramaticais...)
As putas passaram a ser 'senhoras de alterne'.
Para compor o ramalhete e se darem ares, as gentes cultas da praça desbocam-se em 'implementações', 'posturas pró-activas', 'políticas fracturantes' e outros barbarismos da linguagem.
E assim linguajamos o Português, vagueando perdidos entre a «correcção política» e o novo-riquismo linguístico.
Estamos lixados com este 'novo português'; não admira que o pessoal tenha cada vez mais esgotamentos e stress. Já não se diz o que se pensa, tem de se pensar o que se diz de forma 'politicamente correcta'.
E falta ainda esclarecer que os tradicionais "anões" estão em vias de passar a "cidadãos verticalmente desfavorecidos"...
Os idiotas e imbecis passam a designar-se por "indivíduos com atitude não vinculativa"
Os negros passaram a ser pessoas de cor.
O mongolismo passou a designar-se síndroma do cromossoma 21.
Os gordos e os magros passaram a ser pessoas com disfunção alimentar.
Os mentirosos passam a ser "pessoas com muita imaginação"
Os que fazem desfalques nas empresas e são descobertos são "pessoas com grande visão empresarial mas que estão rodeados de invejosos"
Para autarcas e políticos, afirmar que "eu tenho impunidade judicial", foi substituído por "estar de consciência tranquila".
O conceito de corrupção organizada foi substituído pela palavra "sistema".
Difícil, dramático, desastroso, congestionado, problemático, etc., passou a ser sinónimo de complicado.
quinta-feira, 8 de abril de 2010
quarta-feira, 7 de abril de 2010
sábado, 27 de março de 2010
quarta-feira, 24 de março de 2010
terça-feira, 23 de março de 2010
estou melancólica, hoje. se calhar não é só hoje. mas hoje de uma forma particular. mesmo melancólica. não tenho vontade de fazer o que quer que seja e ando só a empatar o tempo. parece que se esfumou tudo e que eu só estou à espera que alguém me encha de ar... me dê um pouco de fôlego. sim, é mesmo isso! pareço um balão sem ar... que andou tanto tempo às voltas e que depois pousou no chão, sem mais. e que, apesar de tudo, ficou ainda com um pouco de ar lá dentro... mas nada de especial...
domingo, 21 de março de 2010
estou sentadinha na minha cadeira a ver se trabalho. infelizmente, às vezes, as palavras escorridas, objectivas, não saem com a facilidade que seria desejável, pelo que tenho de tentar apanhar-lhes o ritmo, e fazer um certo 'forcing' para que elas apareçam. tem sido difícil, mas depois de um sermão, pode ser que elas se ponham a andar e a sair...
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