hoje pensando no meu passado, lembrei-me de tudo que fiz, falei e lembrei-me também dos amigos que tive. Mas junto com essas lembranças, lembrei de coisas que deixei de fazer e falar. Se eu as tivesse feito, hoje algumas coisas poderiam ter sido diferentes, e algumas amizades poderiam ter sido mais duradouras. Com isso tudo, percebi que os amigos que eu tinha antes eram somente colegas. Os amigos de verdade nunca se vão. Uma amizade verdadeira, dura pra sempre. Passe o tempo que tiver que passar, elas continuam seguindo o caminho junto com nós, independente das consequências. Amigos verdadeiros são poucos, podemos contar nos dedos quantos temos, e no meu caso acho que .. 3 dedos bastam ! As pessoas podem pensar que estou sozinha, mas me sinto muito completa e bem acompanhada com as poucas pessoas que seguem do meu lado. Sei que com esses amigos, posso fazer tudo, falar tudo o que tenho a dizer, e ainda assim continuaremos amigos.
sábado, 22 de maio de 2010
"Só por hoje eu não quero mais chorar.
Só por hoje eu espero conseguir, aceitar o que passou e o que virá.
Só por hoje vou me lembrar que sou feliz.
Hoje eu já sei que sou tudo que preciso ser.
Não preciso me desculpar, nem te convencer.
Não sei onde estou indo, só sei que não estou perdida, aprendi a viver um dia de cada vez.
Só por hoje eu não me vou magoar.
Só por hoje eu não quero me esquecer.
Só por hoje não quero mais chorar, só por hoje eu não vou me destruir.
Posso até ficar triste se eu quiser.
É só por hoje. Ao menos isso eu aprendi."
Renato Russo.
Renato Russo.
quarta-feira, 19 de maio de 2010
terça-feira, 18 de maio de 2010
segunda-feira, 17 de maio de 2010
sábado, 15 de maio de 2010
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Já acordaram sem acordar?
Já sentiram que não eram vocês a respirar.
Que faziam o que faziam por fazer... por sobreviver.
Que na vossa mente quem vive, não eram vocês, mas sim alguém diferente...
Já sentiram que a qualquer momento parecia que iam desaparecer?
Um dia distante, um dia diferente, não tendo os pés assentes no chão. Vivendo na nossa mente.
Só para chegar a casa, exausto do vazio, exausto do nada e querer dormir.
Já se queixaram de tudo na vossa vida... mesmo sabendo que são perfeitamente abençoados?
Já sentiram que não eram vocês a respirar.
Que faziam o que faziam por fazer... por sobreviver.
Que na vossa mente quem vive, não eram vocês, mas sim alguém diferente...
Já sentiram que a qualquer momento parecia que iam desaparecer?
Um dia distante, um dia diferente, não tendo os pés assentes no chão. Vivendo na nossa mente.
Só para chegar a casa, exausto do vazio, exausto do nada e querer dormir.
Já se queixaram de tudo na vossa vida... mesmo sabendo que são perfeitamente abençoados?
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Sim, Já me fez chorar ...
I gave up coffee and cigarettes
I hate to say it hasn’t helped me yet
I thought my problems would just dissipate
And all my pain would be in yesterday
I poured my booze all down the kitchen drain
And watched my bad habits get flushed away
I thought that that would keep my head on straight
And all my pain would be in yesterday
But it’s true
I’m still blue
But I finally know what to do
I must quit, I must quit, you
I thought that if I didn’t go and play
The sadness would get bored and go away
I thought that if I didn’t go astray
That all my pain would be in yesterday
But it’s true
I’m still blue
But I finally know what to do
I must quit, I must quit, you
I sold my guitar and my piano
I thought that it was these that kept me low
I thought if only I could try and change
That all my pain would be in yesterday
But it’s true
I’m still blue
But I finally know what to do
I must quit, I must quit, you
I must quit, I must quit, you
Coffe & Cigarretes- Michelle Feartherstone
I hate to say it hasn’t helped me yet
I thought my problems would just dissipate
And all my pain would be in yesterday
I poured my booze all down the kitchen drain
And watched my bad habits get flushed away
I thought that that would keep my head on straight
And all my pain would be in yesterday
But it’s true
I’m still blue
But I finally know what to do
I must quit, I must quit, you
I thought that if I didn’t go and play
The sadness would get bored and go away
I thought that if I didn’t go astray
That all my pain would be in yesterday
But it’s true
I’m still blue
But I finally know what to do
I must quit, I must quit, you
I sold my guitar and my piano
I thought that it was these that kept me low
I thought if only I could try and change
That all my pain would be in yesterday
But it’s true
I’m still blue
But I finally know what to do
I must quit, I must quit, you
I must quit, I must quit, you
Coffe & Cigarretes- Michelle Feartherstone
sexta-feira, 7 de maio de 2010
terça-feira, 4 de maio de 2010
uma boa resposta para todos aqueles que têm o pezinho pesado :)
Dois GNR na berma da estrada vêem passar um tipo a mais de 160.
Diz um para o outro:
- "Aquele não é o gajo a quem apreendemos a carta a semana passada por
excesso de velocidade?"
excesso de velocidade?"
- "Era pois." - Respondeu o segundo. "Vamos caçá-lo!"
Uns Kms mais adiante já com o tipo parado, um dos GNR chega-se ao pé dele e pergunta-lhe:
- "A sua Carta de Condução?...."
- "Maaaaaaaauuu!" - Responde o mânfio. - "Não me digam que a perderam ??!!!"
- "Maaaaaaaauuu!" - Responde o mânfio. - "Não me digam que a perderam ??!!!"
terça-feira, 20 de abril de 2010
A Nova Lingua Portuguesa ...
Desde que os americanos se lembraram de começar a chamar aos negros, 'afro-americanos', com vista a acabar com as raças por via gramatical, isto tem sido um fartote pegado!
As criadas dos anos 70 passaram a 'empregadas domésticas' e preparam-se agora para receber a menção de 'auxiliares de apoio doméstico' .
De igual modo, extinguiram-se nas escolas os 'contínuos' que passaram todos a 'auxiliares da acção educativa'.
Os vendedores de medicamentos, com alguma prosápia, tratam-se por 'delegados de informação médica'.
E pelo mesmo processo transmudaram-se os caixeiros-viajantes em 'técnicos de vendas '.
O aborto eufemizou-se em 'interrupção voluntária da gravidez';
Os gangs étnicos são 'grupos de jovens'
Os operários fizeram-se de repente 'colaboradores';
As fábricas, essas, vistas de dentro são 'unidades produtivas'e vistas da estranja são 'centros de decisão nacionais'.
O analfabetismo desapareceu da crosta portuguesa, cedendo o passo à 'iliteracia' galopante.
Desapareceram dos comboios as 1.ª e 2.ª classes, para não ferir a susceptibilidade social das massas hierarquizadas, mas por imperscrutáveis necessidades de tesouraria continuam a cobrar-se preços distintos nas classes 'Conforto' e 'Turística'.
A Ágata, rainha do pimba, cantava chorosa: «Sou mãe solteira...» ; agora, se quiser acompanhar os novos tempos, deve alterar a letra da pungente melodia: «Tenho uma família monoparental...» - eis o novo verso da cançoneta, se quiser fazer jus à modernidade impante.
Aquietadas pela televisão, já se não vêem por aí aos pinotes crianças irrequietas e «terroristas»; diz-se modernamente que têm um 'comportamento disfuncional hiperactivo'
Do mesmo modo, e para felicidade dos 'encarregados de educação' , os brilhantes programas escolares extinguiram os alunos cábulas; tais estudantes serão, quando muito, 'crianças de desenvolvimento instável'.
Ainda há cegos, infelizmente. Mas como a palavra fosse considerada desagradável e até aviltante, quem não vê é considerado 'invisual'. (O termo é gramaticalmente impróprio, como impróprio seria chamar inauditivos aos surdos - mas o 'politicamente correcto' marimba-se para as regras gramaticais...)
As putas passaram a ser 'senhoras de alterne'.
Para compor o ramalhete e se darem ares, as gentes cultas da praça desbocam-se em 'implementações', 'posturas pró-activas', 'políticas fracturantes' e outros barbarismos da linguagem.
E assim linguajamos o Português, vagueando perdidos entre a «correcção política» e o novo-riquismo linguístico.
Estamos lixados com este 'novo português'; não admira que o pessoal tenha cada vez mais esgotamentos e stress. Já não se diz o que se pensa, tem de se pensar o que se diz de forma 'politicamente correcta'.
E falta ainda esclarecer que os tradicionais "anões" estão em vias de passar a "cidadãos verticalmente desfavorecidos"...
Os idiotas e imbecis passam a designar-se por "indivíduos com atitude não vinculativa"
Os negros passaram a ser pessoas de cor.
O mongolismo passou a designar-se síndroma do cromossoma 21.
Os gordos e os magros passaram a ser pessoas com disfunção alimentar.
Os mentirosos passam a ser "pessoas com muita imaginação"
Os que fazem desfalques nas empresas e são descobertos são "pessoas com grande visão empresarial mas que estão rodeados de invejosos"
Para autarcas e políticos, afirmar que "eu tenho impunidade judicial", foi substituído por "estar de consciência tranquila".
O conceito de corrupção organizada foi substituído pela palavra "sistema".
Difícil, dramático, desastroso, congestionado, problemático, etc., passou a ser sinónimo de complicado.
As criadas dos anos 70 passaram a 'empregadas domésticas' e preparam-se agora para receber a menção de 'auxiliares de apoio doméstico' .
De igual modo, extinguiram-se nas escolas os 'contínuos' que passaram todos a 'auxiliares da acção educativa'.
Os vendedores de medicamentos, com alguma prosápia, tratam-se por 'delegados de informação médica'.
E pelo mesmo processo transmudaram-se os caixeiros-viajantes em 'técnicos de vendas '.
O aborto eufemizou-se em 'interrupção voluntária da gravidez';
Os gangs étnicos são 'grupos de jovens'
Os operários fizeram-se de repente 'colaboradores';
As fábricas, essas, vistas de dentro são 'unidades produtivas'e vistas da estranja são 'centros de decisão nacionais'.
O analfabetismo desapareceu da crosta portuguesa, cedendo o passo à 'iliteracia' galopante.
Desapareceram dos comboios as 1.ª e 2.ª classes, para não ferir a susceptibilidade social das massas hierarquizadas, mas por imperscrutáveis necessidades de tesouraria continuam a cobrar-se preços distintos nas classes 'Conforto' e 'Turística'.
A Ágata, rainha do pimba, cantava chorosa: «Sou mãe solteira...» ; agora, se quiser acompanhar os novos tempos, deve alterar a letra da pungente melodia: «Tenho uma família monoparental...» - eis o novo verso da cançoneta, se quiser fazer jus à modernidade impante.
Aquietadas pela televisão, já se não vêem por aí aos pinotes crianças irrequietas e «terroristas»; diz-se modernamente que têm um 'comportamento disfuncional hiperactivo'
Do mesmo modo, e para felicidade dos 'encarregados de educação' , os brilhantes programas escolares extinguiram os alunos cábulas; tais estudantes serão, quando muito, 'crianças de desenvolvimento instável'.
Ainda há cegos, infelizmente. Mas como a palavra fosse considerada desagradável e até aviltante, quem não vê é considerado 'invisual'. (O termo é gramaticalmente impróprio, como impróprio seria chamar inauditivos aos surdos - mas o 'politicamente correcto' marimba-se para as regras gramaticais...)
As putas passaram a ser 'senhoras de alterne'.
Para compor o ramalhete e se darem ares, as gentes cultas da praça desbocam-se em 'implementações', 'posturas pró-activas', 'políticas fracturantes' e outros barbarismos da linguagem.
E assim linguajamos o Português, vagueando perdidos entre a «correcção política» e o novo-riquismo linguístico.
Estamos lixados com este 'novo português'; não admira que o pessoal tenha cada vez mais esgotamentos e stress. Já não se diz o que se pensa, tem de se pensar o que se diz de forma 'politicamente correcta'.
E falta ainda esclarecer que os tradicionais "anões" estão em vias de passar a "cidadãos verticalmente desfavorecidos"...
Os idiotas e imbecis passam a designar-se por "indivíduos com atitude não vinculativa"
Os negros passaram a ser pessoas de cor.
O mongolismo passou a designar-se síndroma do cromossoma 21.
Os gordos e os magros passaram a ser pessoas com disfunção alimentar.
Os mentirosos passam a ser "pessoas com muita imaginação"
Os que fazem desfalques nas empresas e são descobertos são "pessoas com grande visão empresarial mas que estão rodeados de invejosos"
Para autarcas e políticos, afirmar que "eu tenho impunidade judicial", foi substituído por "estar de consciência tranquila".
O conceito de corrupção organizada foi substituído pela palavra "sistema".
Difícil, dramático, desastroso, congestionado, problemático, etc., passou a ser sinónimo de complicado.
quinta-feira, 8 de abril de 2010
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