terça-feira, 30 de junho de 2009

Tu mesma...


De quem te escondes?
Do que tens medo?
Do que te envergonhas?
A quem enganas?
Há valores que não fazem parte de ti.



Não finjas que não os sentes.
Só mesmo uma pessoa está sendo enganada, ainda: Tu Mesma.

Cansada ...

Estou cansada!!
Cansada das pessoas me magoarem e simplesmente dizerem “sinto muito”, “desculpa”, "também tenho o direito de errar"... Essas palavras não curam um coração partido!Cansada de não poder dizer o que guardo dentro de mim, por que sei que não serei compreendida.... De descobrir que mesmo olhando nos olhos, as pessoas não são sinceras e que por trás de um belo sorriso pode haver muita maldade, frieza e mentiras.... De confiar, de acreditar, de ser ingênua e achar que tudo o que me dizem é verdade. De esperar que as pessoas, assim como eu, não dizem o que não sentem.... De querer quem não me merece. De esperar de mais das pessoas e me decepcionar. De chorar por quem não vai enxugar minhas lágrimas !!! E de esperar por alguém que partiu e não vai mais voltar...
Não sei se quero descansar, por estar realmente cansada ou se quero descansar para desistir...

DEUS FEZ O MAL ? .. um texto para reflectir ...

- Deus fez tudo que existe?- Um estudante respondeu corajosamente: - “Sim, fez!”- Deus fez tudo, mesmo?- Sim, professor - respondeu o jovem.
O professor replicou:
- Se Deus fez todas as coisas, então Deus fez o mal, pois o mal existe, e considerando-se que nossas ações são um reflexo de nós mesmos, então Deus é mal.
O estudante calou-se diante de tal resposta e o professor, feliz, se vangloriava de haver provado uma vez mais que a Fé era um mito. Outro estudante levantou sua mão e disse:
- Posso lhe fazer uma pergunta, professor?- Sem dúvida, respondeu-lhe o professor.
O jovem ficou de pé e perguntou:
- Professor, o frio existe?- Mas que pergunta é essa? Claro que existe, você por acaso nunca sentiu frio?
O rapaz respondeu:
- Na verdade, professor, o frio não existe. Segundo as leis da Física, o que consideramos frio, na realidade é ausência de calor. Todo corpo ou objeto pode ser estudado quando tem ou transmite energia, mas é o calor e não o frio que faz com que tal corpo tenha ou transmita energia. O zero absoluto é a ausência total e absoluta de calor, todos os corpos ficam inertes, incapazes de reagir, mas o frio não existe. Criamos esse termo para descrever como nos sentimos quando nos falta o calor.
- E a escuridão, existe? - continuou o estudante.
O professor respondeu: - Mas é claro que sim.
O estudante respondeu:
- Novamente o senhor se engana, a escuridão tampouco existe. A escuridão é na verdade a ausência de luz. Podemos estudar a luz, mas a escuridão não. O prisma de Newton decompõe a luz branca nas várias cores de que se compõe, com seus diferentes comprimentos de onda. A escuridão não. Um simples raio de luz rasga as trevas e ilumina a superfície que a luz toca. Como se faz para determinar quão escuro está um determinado local do espaço? Apenas com base na quantidade de luz presente nesse local, não é mesmo? Escuridão é um termo que o homem criou para descrever o que acontece quando não há luz presente.
Finalmente, o jovem estudante perguntou ao professor:
- Diga, professor, o mal existe?
Ele respondeu:
- Claro que existe. Como eu disse no início da aula, vemos roubos, crimes e violência diariamente em todas as partes do mundo, essas coisas são o mal.
Então o estudante respondeu:
- O mal não existe, professor, ou ao menos não existe por si só. O mal é simplesmente a ausência de Deus. É, como nos casos anteriores, um termo que o homem criou para descrever essa ausência de Deus. Deus não criou o mal. Não é como a Fé ou o Amor, que existem como existe a Luz e o Calor. O mal resulta de que a humanidade não tenha Deus presente em seus corações. É como o frio que surge quando não há calor, ou a escuridão que acontece quando não há luz.
"Podemos converter alguém pelo que somos, nunca pelo que dizemos."

segunda-feira, 29 de junho de 2009

A razão do papel...

Há gente que tem muito papel e gente que nem por isso, mas é certo e sabido que todos nós temos um papel. Nem sempre é o mesmo papel, dado que ele muda de pessoa para pessoa ou mesmo de ocasião para ocasião. Os políticos por exemplo têm um papelão, e à custa disso os contribuintes têm um papel de embrulho, estando sempre envolvidos numa grandessissima embrulhada.
O Governo desta novela mexicana pretende ter um papel higiénico, predispondo-se a limpar muita merda mas sujando-se muito rapidamente ao primeiro contacto com esta. Acabam por ter apenas um papel de parede.
Os nossos queridos e produtivos funcionários públicos alternam entre um papel vegetal (daqueles vegetais sem cadeira de rodas) e um papel pardo (daquele de enrolar chouriços), quando não estão a fazer o costumeiro papel de parvos. Alguns milhares deles preparam-se para brevemente terem um papel reciclado (normalmente um tipo de papel mais caro que o papel normal).
Os nossos jornalistas, como não podia deixar de ser, têm um papel de jornal, sendo bastante úteis em épocas do ano mais frias, para embrulhar castanhas e outro tipo de frutos secos.
O nosso jet seis esforça-se por ter um papel couché: não só porque é fino ter um papel com um nome francês, mas porque couché fica a meio caminho entre coucher e couchon, e eles sentem-se em casa.
Há ainda quem tenha um papel químico pela impossibilidade genética e incapacidade intelectual de ter um papel que não seja uma quase fotocópia de outro.

sábado, 27 de junho de 2009

Eu tento... Tento ser perfeita... Tento ser motivo de orgulho... E uma vez que não tenho mais ninguém, tentava dar-te todos esses motivos a ti! Queria que te orgulhasses das pequenas coisas que faço... Gostaria de ter uma palavra amiga de vez em quando, que me aquecesse o coração, e me dissesse que estou certa! Estou farta de ouvir que enlouqueço as pessoas, que por minha culpa não fazem mais nada... Carrego comigo toda a dor, de nunca ser perfeita e de não crescer! Estou farta de magoar os outros, e de ter forças para tudo menos para mim! Estou farta de não conseguir crescer.

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Os Cães ladram mas a Caravana passa !

terça-feira, 23 de junho de 2009

VAIS SOZINHO OU QUERES QUE TE MANDE ... ?? !!

sábado, 20 de junho de 2009

BANDA SONORA DAS AULAS DE CONDUÇÃO I

Slovo - Whisper

NÃO FUI EU QUE DISSE ISTO !

Hoje eu disse que não é preciso estar apaixonado para ter uma relação. Que não é preciso que a pessoa ao nosso lado nos tire a respiração. Que as pessoas que não nos tiram a respiração nos podem conquistar de outra maneira. Se não tivesse escrito, se não tivesse lido o que escrevi, não acreditava. Não fui eu que disse isto.
Mas o que acontece é que, quase sempre, as pessoas que nos deixam sem ar são as mesmas que não nos ligam nenhuma. E isso não é ter alguém que nos tira a respiração. É asfixia por masoquismo.

Conhecer...

Houve um momento na vida em que achei que havia amizades para sempre. Ou pessoas que são uma espécie de nossas almas gémeas práticas: que nunca nos falham e sabem sempre dizer como a frase em que estamos a pensar acaba, mesmo quando ainda só dissemos as primeiras palavras. Almas gémeas práticas são pessoas imperfeitas, mas com uma ligação connosco maior do que essa imperfeição. São muletas, ombros, ouvidos, apoios, amparos, o nome que se lhes quiser dar. Pessoas com radares incorporados e sintonizados só para nós. Pessoas que achamos que conhecemos.
O tempo e a vida, claro, encarregaram-se de me mostrar que não há amizades para sempre, e que almas gémeas, mesmo imperfeitas, são coisa que não existe. O pior foi o momento em que, para lá de perceber que ninguém nos ouve se não dissermos nada, e que radares sintonizados só para nós só estão dentro de nós mesmo, foi perceber que, mesmo quando falamos, às vezes nem assim nos ouvem.
Sempre gostei de pensar que há pelo menos duas ou três pessoas na minha vida que conheço mesmo. É uma espécie de conforto, um investimento com ida e volta, porque as pessoas que eu acho que conheço mesmo são as pessoas a quem eu me mostro mesmo. E isso às vezes é um descanso, embora também possa ser a afirmação da vulnerabilidade absoluta.
Por isso é que não sei bem como reagir quando há momentos - como agora - em que acontece alguma coisa que me faz concluir que não conheço ninguém, que nunca conhecemos verdadeiramente a pessoa que está ao nosso lado. E que tentar sequer conhecer alguém é uma tarefa perdida à partida. Ou porque as pessoas se escudam, ou porque são para nós uma representação de algo que se calhar até gostariam de ser, ou porque têm uma dimensão inalcançável e até mesmo obscura à qual nunca chegaremos, ou simplesmente porque são mentirosas e falsas e um dia descobre-se um segredo horrível e o passado todo que se viveu é revisto em perspectiva do que se descobriu, como se nunca tivéssemos vivido aquilo porque a pessoa que conhecíamos não pode ser a mesma que escondeu o segredo terrível.
Não sei o que fazer ou como reagir porque odeio pensar que há coisasinalcançáveis à partida, ou duas faces para tudo. É que já é tão cansativo lidar com uma realidade, que nem sequer quero pensar o que será ter de lidar sempre com duas, em todo o lado, a que se mostra e a que se esconde.

Um sinal da cri

O CHOCAPIC JÁ NÃO TRAZ BRINDES !


Acontecimento mais que significativo do dia de ontem...

Um daqueles seguranças do Shopping munido da sua fantástica e super fashion Segway estatelou-se vertiginosamente contra a montra de uma das lojas chegando mesmo a partir um pouco do vidro da mesma! O senhor saiu ileso... Já eu fartei-me de rir!Ups! Sou mázinha, eu sei... :)

Quando a Relação Acaba...

O fim de uma relação conjugal duradoura, quer se trate ou não de um casamento, acaba sempre por se tornar num acontecimento stressante e de certa forma traumático. Este tipo de acontecimento altera toda a dinâmica da nossa vida diária desde a tarefa mais simples que desempenhamos no dia a dia até aos acontecimentos mais relevantes e importantes para nós. Trata-se de um plano de vida a dois que chega ao fim. No qual ambos investiram e daí a sensação constante de fracasso. Independentemente dos motivos que levaram ao rompimento este não deixa de ser mais ou menos doloroso. O período que sucede ao término de uma relação de longa duração assemelha-se a um período de luto, mais ou menos doloroso, mais ou menos patológico consoante a personalidade de cada um dos elementos. Este tempo revela-se precioso na reconstrução da nossa identidade. Com o passar dos dias, dos meses, as mágoas e recordações menos boas dão lugar a novos sentimentos, mais positivos. Nesta fase é muito importante o apoio da família e do grupo de amigos sendo o isolamento um comportamento totalmente a evitar. Acaba também por ser bastante terapêutico a construção de novas amizades, a criação de novos hábitos de vida, diferentes dos que eram mantidos com o antigo companheiro (a). A criação de novos objectivos de vida, auto propor-se a novos desafios acabam por ser também bastante importantes para ultrapassar esta fase.
Quando percorridas todas as fases inerentes a uma separação, o importante é a aprendizagem que retiramos dos erros cometidos, as mágoas dão lugar apenas às boas lembranças, e sentimos que nos tornámos numa pessoa melhor. Nessa altura, estamos prontos para amar novamente.

P.S. Espero ter ajudado de alguma forma.

Certezas acerca do Comportamento Masculino

Cerca de 99% dos espécimes do sexo masculino continua a acreditar que quando uma mulher se arranja e se produz, com isto refiro-me a roupas, maquilhagem e até porque não lingerie, fá-lo para os agradar! Depois de milénios de convivência, continuam enganadinhos!

To be continued...

A imprevisibilidade da vida

Há coisas que nos acontecem que se assemelham a tremores de terra de grau 9 na Escala de Richter. É como se o melhor pugilista do mundo nos desse um murro no estômago quando nem sequer ainda o tínhamos visto. Como se um prédio de mil andares nos caíssem em cima de uma assentada só.
E são exactamente estas coisas que nos mostram, na pele, o quão imprevisível e incerta é a vida.
Normalmente o ser humano tem uma falsa noção de imortalidade, de poder tudo, de que "as coisas más só acontecem aos outros".
Nada mais falso.
Não gostamos quando nos dizem que a vida é curta, que o minuto presente é garantido mas que o próximo pode não ser, que somos assustadoramente frageís perante uma vida que não controlamos.
Gostamos muito de dizer que vivemos intensamente os dias, dizer que o carpe diem é o nosso lema, que aproveitamos cada minuto como se fosse o último.
Mas, na grande maioria dos casos, isso não é verdade.
Na grande maioria dos casos deixamo-nos paralisar pelos medos, arrastamos para amanhã situações que poderiam ter sido resolvidas ontem, porque, afinal "temos tempo", perdemos tempo com coisas que não têm importância nenhuma.
A verdade é que apenas achamos que temos. Somos (mesmo) frageís. Não sabemos (mesmo) se o que vai acontecer no minuto seguinte não vai fazer com que não possamos, afinal, resolver os assuntos que deixámos pendentes, se nos vai, finalmente, permitir ultrapassar os tais medos que, grande parte das vezes, nos deixam paralisados sem motivo, se não vai virar a nossa vida de pernas para o ar e mostrar que temos (mesmo) de viver cada minuto e cada dia da melhor forma que podermos e soubermos.
Longe de ser um texto depressivo ou de estar a fazer a apologia de que devemos fazer todos os dispartes porque a vida curta, com este texto quis apenas mostrar que, na vida, não há tempo a perder. Nem com medos, nem com certezas, nem com adiamentos, nem com coisas que não valem nada, nem com mesquinhices.
A vida é para viver, da melhor forma possível, lutando, sempre, por aquilo que queremos, sonhamos e nos faz felizes. Porque as chatices, que nos mostram o quão pequenos afinal somos, vêm sem as chamarmos. E, se de antemão tivermos noção disso, iremos aproveitar muito mais.

segunda-feira, 15 de junho de 2009


Obrigada.

Por teres aparecido nem demasiado cedo nem demasiado tarde, no momento certo.

Por entenderes o que digo quando não falo.

Por compreenderes os asteriscos.

Pelos desabafos que tivemos juntos em tom de brincadeira.

Por achares piada ás minhas piadas sem piada nenhuma.

Pelas palavras que foram ditas mesmo sem serem pronunciadas.


Fecham-se portas e abrem-se janelas .. acho que a minha já se abriu :)